Novamente a estatística comprovando a superioridade da mulher, em relação homem, sobretudo na longevidade. Enquanto elas continuam firmes e fortes, eles estão desaparecendo.
Neste mês o IBGE divulgou resultados da pesquisa realizada entre 1992 e 2012, onde o número de idosos vivendo sós triplicou no Brasil, passando de 1,1 milhão para 3,7 milhões --um aumento de 215%.
Entre os idosos hoje morando sozinhos, 65% são mulheres. Mencionam várias hipóteses para explicar como as mulheres estão ainda mais longevas. Enfatizam que elas já criaram os filhos, estão viúvas ou separadas e querem manter autonomia.
Este diagnóstico nos leva ao texto “O crime perfeito ou a estatística das viúvas” , deste blog, em que discorre sobre o crime perfeito que as mulheres cometem, matando seus maridos. O resultado deste comportamento está na proporção de viúvos e viúvas: cada dez pessoas viúvas cerca de nove são mulheres.
Será que aqueles 35% dos homens idosos morando sozinho estão ficando mais prudentes?
Vale lembrar que a expectativa de vida da mulher é de 78,3 anos e a do homem de 71. Segundo as pesquisas de 2012, a esperança de vida ao nascer dos homens brasileiros aumentou em 4 meses e 10 dias, passando de 70,6 anos em 2011 para 71,0 anos em 2012. As mulheres, que já vivem mais do que os homens, tiveram aumento ainda maior na expectativa de vida ao nascer, saindo de 77,7 anos em 2011 para 78,3 anos em 2012, um acréscimo de 6 meses e 25 dias.
Nessa velocidade não vai sobrar homem.
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Estar "ficando", namoro e união estável. A definição é delas.
Partindo do pressuposto da supremacia da mulher, razão deste blog, o homem deveria pelo menos se preocupar com o desbalanceamento decorrente das vantagens que a natureza já proporciona ao sexo feminino, buscando na proteção legal uma forma amenizar suas deficiências e incompetências.
Do lado dela, são regulares as conquistas legais que incorporam proteção em detrimento da autonomia do homem.
Veja o caso da união estável sob o ponto de vista jurídico. Ou melhor, faça uma reflexão sobre a diferença entre namoro e união estável. E se for para complicar, a diferença entre “estar ficando” e união estável.
Quando inicia e termina o “estar ficando” para o homem e para a mulher?
Já li casos em que está “ficando” com alguém significa estar saindo com essa pessoa os finais de semana, há meses, e, portanto, duradoura, mantendo relação afetiva e sexual com essa pessoa, trocando presentes e até dividindo algumas despesas. Para alguns outros, ou outras, com certeza já é namoro. Para as mais convictas já é uma união estável. E para os incautos, elas até já conseguiram tornar sem validade o “contrato de namoro" constituído para evitar a configuração da união estável.
Fica um alerta para entender melhor o que seja o "divisor de águas" entre o namoro e a união estável, porque se ela entender que não é mais estar “ficando” ou mesmo “namoro” e que se trata de um união estável, lá se foi a tranquilidade, pois corre um grande risco de ser interpretada como uma entidade familiar, conferindo direitos à herança, etc. No caso da separação do “ficando”, do namoro, ou união estável, o outro pode vir a exigir o direito à sua parte dos bens adquiridos. Em resumo, corre o risco de perder sempre.
Essa história toda me fez lembrar o dito popular que ironizava o primeiro casamento, como sendo a vitória da imaginação sobre a inteligência, e o segundo casamento, a vitória da esperança sobre a experiência. Já a união estável é uma forma de colonização da forte sobre o fraco e do conhecimento sobre a ignorância.
Do lado dela, são regulares as conquistas legais que incorporam proteção em detrimento da autonomia do homem.
Veja o caso da união estável sob o ponto de vista jurídico. Ou melhor, faça uma reflexão sobre a diferença entre namoro e união estável. E se for para complicar, a diferença entre “estar ficando” e união estável.
Quando inicia e termina o “estar ficando” para o homem e para a mulher?
Já li casos em que está “ficando” com alguém significa estar saindo com essa pessoa os finais de semana, há meses, e, portanto, duradoura, mantendo relação afetiva e sexual com essa pessoa, trocando presentes e até dividindo algumas despesas. Para alguns outros, ou outras, com certeza já é namoro. Para as mais convictas já é uma união estável. E para os incautos, elas até já conseguiram tornar sem validade o “contrato de namoro" constituído para evitar a configuração da união estável.
Fica um alerta para entender melhor o que seja o "divisor de águas" entre o namoro e a união estável, porque se ela entender que não é mais estar “ficando” ou mesmo “namoro” e que se trata de um união estável, lá se foi a tranquilidade, pois corre um grande risco de ser interpretada como uma entidade familiar, conferindo direitos à herança, etc. No caso da separação do “ficando”, do namoro, ou união estável, o outro pode vir a exigir o direito à sua parte dos bens adquiridos. Em resumo, corre o risco de perder sempre.
Essa história toda me fez lembrar o dito popular que ironizava o primeiro casamento, como sendo a vitória da imaginação sobre a inteligência, e o segundo casamento, a vitória da esperança sobre a experiência. Já a união estável é uma forma de colonização da forte sobre o fraco e do conhecimento sobre a ignorância.
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sábado, 31 de janeiro de 2009
Melhoria contínua do crime
Ao longo da busca incessante da melhoria continua o homem inventou várias metodologias e ferramentas de modo a alcançar a excelência. Não seria ousadia afirmar que um dos seus precursores foi Aristóteles, que há dois milênios escreveu. "Nós somos o que fazemos repetidamente, a excelência não é um feito, e sim, um hábito".
Se os homens inventaram, as mulheres aprimoraram. Seria cômico e lúdico se não fosse agônico e trágico.
A já conhecida estratégia do crime perfeito, àquela em que as mulheres matam seus maridos e não são descobertas, não é por si só suficiente. E me refiro à relação 10:1. Isto é, a cada dez pessoas viúvas uma é homem, portanto, elas estão com 90% de êxito na sua obsessão... E em relação ao "último dos moicanos” elas não se dão por vencidas enquanto não fulminar o sobrevivente, agora, mediante a estratégia da falsa solidariedade. Muito semelhante da Latrodectus mactans, ou seja,a da Viúva-negra, àquela que mata o macho depois da cópula.
Não se cansam de engendrar mecanismos para casar o viúvo remanescente de sua sana assassina.
Assim que identificam um viúvo, estabelece-se um circulo de persuasão entre elas, apoiadas pelos incautos maridos, para iludir o viúvo com a oferenda de uma das amigas disponíveis para levá-lo ao casamento – normalmente viúvas que já cumpriram com sucesso sua missão de terra arrasada.
E o inocente útil acredita que é o garanhão no meio de um harém de repaginadas vestais ingênuas, loucas para satisfazer seus sonhos eróticos.
Mal sabe ele que é mais um incauto indo para o altar do sacrifício.
Conforme Nietzsche afirmou: Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem. E como Mae West dizia com muita propriedade. "Quando sou boa, sou ótima. Mas, quando sou má, sou muito melhor".
Se os homens inventaram, as mulheres aprimoraram. Seria cômico e lúdico se não fosse agônico e trágico.
A já conhecida estratégia do crime perfeito, àquela em que as mulheres matam seus maridos e não são descobertas, não é por si só suficiente. E me refiro à relação 10:1. Isto é, a cada dez pessoas viúvas uma é homem, portanto, elas estão com 90% de êxito na sua obsessão... E em relação ao "último dos moicanos” elas não se dão por vencidas enquanto não fulminar o sobrevivente, agora, mediante a estratégia da falsa solidariedade. Muito semelhante da Latrodectus mactans, ou seja,a da Viúva-negra, àquela que mata o macho depois da cópula.
Não se cansam de engendrar mecanismos para casar o viúvo remanescente de sua sana assassina.
Assim que identificam um viúvo, estabelece-se um circulo de persuasão entre elas, apoiadas pelos incautos maridos, para iludir o viúvo com a oferenda de uma das amigas disponíveis para levá-lo ao casamento – normalmente viúvas que já cumpriram com sucesso sua missão de terra arrasada.
E o inocente útil acredita que é o garanhão no meio de um harém de repaginadas vestais ingênuas, loucas para satisfazer seus sonhos eróticos.
Mal sabe ele que é mais um incauto indo para o altar do sacrifício.
Conforme Nietzsche afirmou: Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem. E como Mae West dizia com muita propriedade. "Quando sou boa, sou ótima. Mas, quando sou má, sou muito melhor".
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TPM - Tolerância Para Matar
A expressão TPM tem muitos significados para as mulheres. Para os homens nem tanto. Sofrem as conseqüências. E ingenuamente nem sabem por que.
A ousadia chega à irracionalidade. Não tem limites. Talvez o sentido que melhor se adapte seja licença para matar. É quando a mulher perde o controle da mente e do corpo e pressente que o mundo conspira contra ela.
Na verdade a Tensão Pré Menstrual não é o período em que a mulher perde 40% do seu potencial físico e mental. Ao contrário, aumenta em 40% seu poder de destruição. E mensalmente se repete a lista de inimigos que tem que ser destruídos, variando de mulher para mulher e de mês para mês. Mas tem um ponto em comum em todas as listas e em todos os meses: tudo irrita, principalmente o homem.
E à medida que envelhece mais perigosa fica.
E os remédios eficazes são poucos: comprovadamente só "compras" e "chocolate".
Durante muito tempo tinha prazo limitado. Mensalmente era uma semana de terror e três de bonança.
E evolução da espécie associada à reivindicação de igualdade de direitos fez com que o período de bonança se reduzisse para uma semana. As demais seja o que Deus quiser.
E mensalmente se repete.
A ousadia chega à irracionalidade. Não tem limites. Talvez o sentido que melhor se adapte seja licença para matar. É quando a mulher perde o controle da mente e do corpo e pressente que o mundo conspira contra ela.
Na verdade a Tensão Pré Menstrual não é o período em que a mulher perde 40% do seu potencial físico e mental. Ao contrário, aumenta em 40% seu poder de destruição. E mensalmente se repete a lista de inimigos que tem que ser destruídos, variando de mulher para mulher e de mês para mês. Mas tem um ponto em comum em todas as listas e em todos os meses: tudo irrita, principalmente o homem.
E à medida que envelhece mais perigosa fica.
E os remédios eficazes são poucos: comprovadamente só "compras" e "chocolate".
Durante muito tempo tinha prazo limitado. Mensalmente era uma semana de terror e três de bonança.
E evolução da espécie associada à reivindicação de igualdade de direitos fez com que o período de bonança se reduzisse para uma semana. As demais seja o que Deus quiser.
E mensalmente se repete.
O crime perfeito ou a estatistica das viúvas.
Crime perfeito é aquele em que o criminoso nunca é descoberto, ou melhor, não deixa suspeitas que justifiquem uma investigação. Este é o resultado da habilidade ardilosa das mulheres. Elas cometem o crime perfeito e ainda são consoladas. Isto é, passam décadas induzindo o homem a acreditar que estão sendo bem alimentados pelas suas “gourmets” na elaboração de pratos prediletos, quando na verdade estão sendo intoxicados em doses homeopáticas, mas fatais, com todos os venenos alimentares possíveis, e de forma imperceptível ao longo dos anos, que mais tarde a medicina irá atribuir aos efeitos do colesterol ou da pressão arterial. Estes são os diagnósticos mais citados e conhecidos, contudo há outros mais complexos e eficazes com resultados não tão demorados, mas também indetectáveis. Como já destacava a mestre do romance Agatha Cristie. http://pt.wikipedia.org/wiki/Agatha_Christie “Dêem-me um frasco de veneno decente e construirei um crime perfeito”.
O resultado deste comportamento pode ser comprovado estatisticamente pela proporção de viúvos e viúvas na face da terra. Há até quem diga que a cada dez pessoas viúvas cerca de nove são mulheres. Façam esta experiência. Procure lembrar os nomes de pessoas de seu relacionamento que são viúvas e veja a assustadora proporção. Com certeza validarão esta estatística.
Interessante notar que quando a mulher fica viúva depois de certa idade, quase sempre não deseja mais casar novamente. Parece se dar muito bem sozinha. Ou porque alcançou seus elementares objetivos na medida em que já exerceu o seu mandato de tirana, cometeu o seu crimezinho perfeito, passou a ser auto-suficiente financeiramente, seja pela herança seja pela pensão, e manteve o ciclo vicioso da dependência. Dá para imaginar o homem fazendo isso? Não consegue.
O estado de viuvez do homem se comparado à da mulher é impressionante. Não sabe o que fazer. Não consegue viver sozinho. Imediatamente se põe a “selecionar” nova parceira e procura intensamente casar de novo e passar pelo mesmo ritual macabro que teve mais sorte do que juízo de sobreviver. É a vitória da esperança sobre a experiência.
Esta situação comprova de forma inquestionável que os homens são mais dependentes das mulheres do que o inverso. Tal qual a droga ele não consegue se separar. Para isso, só uma legislação adequada, a exemplo dos silvícolas, que proteja o homem de seus próprios atos ou de terceiras… pois fica evidente que é incapaz diante da superioridade feminina, e o que é pior, pois nem ao menos é capaz de reconhecer esta superioridade. Tal qual diz ditado em que o maior prazer de uma mulher inteligente é bancar a idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Como já foi dito, se homens e mulheres tem direitos iguais isto é uma questão politica e moral. Se são idênticos é uma questão cientifica.
O resultado deste comportamento pode ser comprovado estatisticamente pela proporção de viúvos e viúvas na face da terra. Há até quem diga que a cada dez pessoas viúvas cerca de nove são mulheres. Façam esta experiência. Procure lembrar os nomes de pessoas de seu relacionamento que são viúvas e veja a assustadora proporção. Com certeza validarão esta estatística.
Interessante notar que quando a mulher fica viúva depois de certa idade, quase sempre não deseja mais casar novamente. Parece se dar muito bem sozinha. Ou porque alcançou seus elementares objetivos na medida em que já exerceu o seu mandato de tirana, cometeu o seu crimezinho perfeito, passou a ser auto-suficiente financeiramente, seja pela herança seja pela pensão, e manteve o ciclo vicioso da dependência. Dá para imaginar o homem fazendo isso? Não consegue.
O estado de viuvez do homem se comparado à da mulher é impressionante. Não sabe o que fazer. Não consegue viver sozinho. Imediatamente se põe a “selecionar” nova parceira e procura intensamente casar de novo e passar pelo mesmo ritual macabro que teve mais sorte do que juízo de sobreviver. É a vitória da esperança sobre a experiência.
Esta situação comprova de forma inquestionável que os homens são mais dependentes das mulheres do que o inverso. Tal qual a droga ele não consegue se separar. Para isso, só uma legislação adequada, a exemplo dos silvícolas, que proteja o homem de seus próprios atos ou de terceiras… pois fica evidente que é incapaz diante da superioridade feminina, e o que é pior, pois nem ao menos é capaz de reconhecer esta superioridade. Tal qual diz ditado em que o maior prazer de uma mulher inteligente é bancar a idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Como já foi dito, se homens e mulheres tem direitos iguais isto é uma questão politica e moral. Se são idênticos é uma questão cientifica.
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