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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estar "ficando", namoro e união estável. A definição é delas.

Partindo do pressuposto da supremacia da mulher, razão deste blog, o homem deveria pelo menos se preocupar com o desbalanceamento decorrente das vantagens que a natureza já proporciona ao sexo feminino, buscando na proteção legal uma forma amenizar suas deficiências e incompetências.

Do lado dela, são regulares as conquistas legais que incorporam proteção em detrimento da autonomia do homem.
Veja o caso da união estável sob o ponto de vista jurídico. Ou melhor, faça uma reflexão sobre a diferença entre namoro e união estável. E se for para complicar, a diferença entre “estar ficando” e união estável.
Quando inicia e termina o “estar ficando” para o homem e para a mulher?

Já li casos em que está “ficando” com alguém significa estar saindo com essa pessoa os finais de semana, há meses, e, portanto, duradoura, mantendo relação afetiva e sexual com essa pessoa, trocando presentes e até dividindo algumas despesas. Para alguns outros, ou outras, com certeza já é namoro. Para as mais convictas já é uma união estável. E para os incautos, elas até já conseguiram tornar sem validade o “contrato de namoro" constituído para evitar a configuração da união estável.

Fica um alerta para entender melhor o que seja o "divisor de águas" entre o namoro e a união estável, porque se ela entender que não é mais estar “ficando” ou mesmo “namoro” e que se trata de um união estável, lá se foi a tranquilidade, pois corre um grande risco de ser interpretada como uma entidade familiar, conferindo direitos à herança, etc. No caso da separação do “ficando”, do namoro, ou união estável, o outro pode vir a exigir o direito à sua parte dos bens adquiridos. Em resumo, corre o risco de perder sempre.

Essa história toda me fez lembrar o dito popular que ironizava o primeiro casamento, como sendo a vitória da imaginação sobre a inteligência, e o segundo casamento, a vitória da esperança sobre a experiência. Já a união estável é uma forma de colonização da forte sobre o fraco e do conhecimento sobre a ignorância.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Mulher, fogo e água. Seria esta a ordem?

Don Juan é tradicionalmente conhecido como o ícone de macho sedutor e amante inveterado que se dedica a conquista e o sexo. Contudo, Lord Byron, no seu livro inacabado sob o titulo de Don Juan, busca corrigir, tratando-o menos como sedutor e mais como uma vítima dos desejos femininos e de seus infortúnios.

E se analisar os fatos dos dias atuais, constata-se que a realidade está menos para o mito do macho e mais para rito das fêmeas de Lord Byron .

O macho de hoje, em suas peregrinações noturnas, e diurnas também - quando sai para a caça tem a firme convicção de que vai comer a presa, e mais, a mais bonita de todas.
Ledo engano. Na maioria dos casos volta decepcionado com sua competência.

Já a mulher quando diz que vai a caça – esporte até pouco tempo atrás reservado aos homens – é muito mais competente e eficiente.
Raro é o caso de ela não alcançar êxito, trazendo a presa aos dentes, ou melhor, aos lábios, cujas características decorrem mais da intensidade de sua abstinência do que dos atributos da presa.
E quando ela está a fim de comer, e na sua expressão mais literal possível, não tem santo que a impeça.
Talvez seja esta a razão de terem criado aquele famoso dito popular: Água morro abaixo, fogo morro acima e mulher quando quer dar, ninguém segura.

Já os homens, na sua maratona, muitas vezes, nem fogo e nem água, mesmo que benta, ajudam. Tem que se contentar com a tocha olímpica na mão.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Casamento. Duas mulheres

É comum ouvir que quem casa um filho perde um filho, quem casa uma filha ganha um filho.
Sob a ótica da sogra, contudo, ao invés de ganhar um inimigo, "adota" um filho.

Deve ser por esta razão que quando uma mãe casa a filha, sorri o tempo todo na cerimônia. Contudo, quando casa o filho chora copiosamente, pois sabe para quem está perdendo uma parte de sua vida e o que vai acontecer com ele.

Além da esposa, vem a sogra junto. São duas mulheres.

A situação é tão complexa que o homem criou uma forma sútil de transmitir alerta para as suas próximas gerações. Se não tem como evitar, pelo menos não more perto da sogra. É o mal menor.

Houve quem até consegui definir qual é a distância ideal de se morar em relação a sogra.
Nunca tão perto que ela possa vir de chinelos, isto é, a qualquer momento. E nem tão longe ao ponto de ela ter que vir de mala.E para ficar algum tempo. Pois qualquer tempo com a sogra é muito tempo.

sábado, 31 de janeiro de 2009

Melhoria contínua do crime

Ao longo da busca incessante da melhoria continua o homem inventou várias metodologias e ferramentas de modo a alcançar a excelência. Não seria ousadia afirmar que um dos seus precursores foi Aristóteles, que há dois milênios escreveu. "Nós somos o que fazemos repetidamente, a excelência não é um feito, e sim, um hábito".

Se os homens inventaram, as mulheres aprimoraram. Seria cômico e lúdico se não fosse agônico e trágico.

A já conhecida estratégia do crime perfeito, àquela em que as mulheres matam seus maridos e não são descobertas, não é por si só suficiente. E me refiro à relação 10:1. Isto é, a cada dez pessoas viúvas uma é homem, portanto, elas estão com 90% de êxito na sua obsessão... E em relação ao "último dos moicanos” elas não se dão por vencidas enquanto não fulminar o sobrevivente, agora, mediante a estratégia da falsa solidariedade. Muito semelhante da Latrodectus mactans, ou seja,a da Viúva-negra, àquela que mata o macho depois da cópula.

Não se cansam de engendrar mecanismos para casar o viúvo remanescente de sua sana assassina.

Assim que identificam um viúvo, estabelece-se um circulo de persuasão entre elas, apoiadas pelos incautos maridos, para iludir o viúvo com a oferenda de uma das amigas disponíveis para levá-lo ao casamento – normalmente viúvas que já cumpriram com sucesso sua missão de terra arrasada.

E o inocente útil acredita que é o garanhão no meio de um harém de repaginadas vestais ingênuas, loucas para satisfazer seus sonhos eróticos.

Mal sabe ele que é mais um incauto indo para o altar do sacrifício.

Conforme Nietzsche afirmou: Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem. E como Mae West dizia com muita propriedade. "Quando sou boa, sou ótima. Mas, quando sou má, sou muito melhor".

TPM - Tolerância Para Matar

A expressão TPM tem muitos significados para as mulheres. Para os homens nem tanto. Sofrem as conseqüências. E ingenuamente nem sabem por que.
A ousadia chega à irracionalidade. Não tem limites. Talvez o sentido que melhor se adapte seja licença para matar. É quando a mulher perde o controle da mente e do corpo e pressente que o mundo conspira contra ela.

Na verdade a Tensão Pré Menstrual não é o período em que a mulher perde 40% do seu potencial físico e mental. Ao contrário, aumenta em 40% seu poder de destruição. E mensalmente se repete a lista de inimigos que tem que ser destruídos, variando de mulher para mulher e de mês para mês. Mas tem um ponto em comum em todas as listas e em todos os meses: tudo irrita, principalmente o homem.

E à medida que envelhece mais perigosa fica.

E os remédios eficazes são poucos: comprovadamente só "compras" e "chocolate".

Durante muito tempo tinha prazo limitado. Mensalmente era uma semana de terror e três de bonança.

E evolução da espécie associada à reivindicação de igualdade de direitos fez com que o período de bonança se reduzisse para uma semana. As demais seja o que Deus quiser.

E mensalmente se repete.

O crime perfeito ou a estatistica das viúvas.

Crime perfeito é aquele em que o criminoso nunca é descoberto, ou melhor, não deixa suspeitas que justifiquem uma investigação. Este é o resultado da habilidade ardilosa das mulheres. Elas cometem o crime perfeito e ainda são consoladas. Isto é, passam décadas induzindo o homem a acreditar que estão sendo bem alimentados pelas suas “gourmets” na elaboração de pratos prediletos, quando na verdade estão sendo intoxicados em doses homeopáticas, mas fatais, com todos os venenos alimentares possíveis, e de forma imperceptível ao longo dos anos, que mais tarde a medicina irá atribuir aos efeitos do colesterol ou da pressão arterial. Estes são os diagnósticos mais citados e conhecidos, contudo há outros mais complexos e eficazes com resultados não tão demorados, mas também indetectáveis. Como já destacava a mestre do romance Agatha Cristie. http://pt.wikipedia.org/wiki/Agatha_Christie “Dêem-me um frasco de veneno decente e construirei um crime perfeito”.

O resultado deste comportamento pode ser comprovado estatisticamente pela proporção de viúvos e viúvas na face da terra. Há até quem diga que a cada dez pessoas viúvas cerca de nove são mulheres. Façam esta experiência. Procure lembrar os nomes de pessoas de seu relacionamento que são viúvas e veja a assustadora proporção. Com certeza validarão esta estatística.

Interessante notar que quando a mulher fica viúva depois de certa idade, quase sempre não deseja mais casar novamente. Parece se dar muito bem sozinha. Ou porque alcançou seus elementares objetivos na medida em que já exerceu o seu mandato de tirana, cometeu o seu crimezinho perfeito, passou a ser auto-suficiente financeiramente, seja pela herança seja pela pensão, e manteve o ciclo vicioso da dependência. Dá para imaginar o homem fazendo isso? Não consegue.

O estado de viuvez do homem se comparado à da mulher é impressionante. Não sabe o que fazer. Não consegue viver sozinho. Imediatamente se põe a “selecionar” nova parceira e procura intensamente casar de novo e passar pelo mesmo ritual macabro que teve mais sorte do que juízo de sobreviver. É a vitória da esperança sobre a experiência.

Esta situação comprova de forma inquestionável que os homens são mais dependentes das mulheres do que o inverso. Tal qual a droga ele não consegue se separar. Para isso, só uma legislação adequada, a exemplo dos silvícolas, que proteja o homem de seus próprios atos ou de terceiras… pois fica evidente que é incapaz diante da superioridade feminina, e o que é pior, pois nem ao menos é capaz de reconhecer esta superioridade. Tal qual diz ditado em que o maior prazer de uma mulher inteligente é bancar a idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
Como já foi dito, se homens e mulheres tem direitos iguais isto é uma questão politica e moral. Se são idênticos é uma questão cientifica.

Introdução


Cotidianamente se ouve o enaltecimento da superioridade masculina. De modo geral, o machismo é uma crença em que as qualidades do macho são extrapoladas em muito à sua verdadeira dimensão. Mas não se limita a isso.. Tem que minimizar as virtudes femininas, relegando à mulher a um plano inferior.

Comparando a realidade com a ficção pode-se verificar situações extremamente interessantes na medida em que o verdadeiro macho é a fêmea. Por conta disso, comecei a garimpar algumas “fotografias” desse cotidiano mediante observações senão mordazes, no mínimo irônicas.
Depois de repetir algumas dessas observações em rodadas de cervejas entre amigos e amigas, o tema ficava cada vez mais polêmico entre os participantes, seja pela defesa ou crítica das idéias expostas, seja pela agregação de novas situações que passaram a incorporar este texto.
No decorrer dos anos fui coletando artigos, comentários, estatísticas, e mesmo descobertas científicas, publicados em jornais e revistas a respeito do assunto.

Dada a extensão e corpo que o assunto foi tomando, amigos meus conhecedores das minhas abordagens passaram a incluí-las em nossos encontros, com o firme propósito de instigar a polêmica. E foram nesses debates que surgiram os apelos para escrever este livro, agora blog, e assim permitir que outros blogueiros participassem e agregassem fatos do cotidiano que retratem a suprema realidade da superioridade feminina a despeito da incredulidade masculina.

Antecedentes

Esta é uma proposta para escrever blog interativo sobre a supremacia feminina. Irá incorporar diversos pontos de vistas sobre como a inteligência feminina vem ampliando seus domínios sobre os mais diversos conceitos e campos de atividades. O homem por sua vez, macho supremo, não está se dando conta da perda gradativa da sua posição histórica de lider inconteste.